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Nasci em Brasília, em 1975.  Resido em Pernambuco desde 1981, primeiro em Caruaru, entre 1981 até 1986, depois em Olinda, de 1986 até hoje.

Pesquisador independente em psicoacústica, músico/improvisador/ruidista, artista sonoro e radioasta, além do campo sonoro, atualmente também pesquiso e trabalho com fotografia, vídeo e texto.

Cursei o Bacharelado em Física e Matemática, pela UFPE, estudei as áreas de Sistemas Dinâmicos (Caos Determinístico e Teoria da Catástrofe) e Lógicas Não-Formais (Meta matemática), mas não  concluí nenhum dos dois cursos.

Em 2001 começo a fazer minhas próprias composições eletroacústicas. Em 2003 começo a pesquisar composições em tempo real num contexto de improvisação livre, seguindo a isto, o interesse na execução em tempo real. Principal ponto de pesquisa atual inclui técnicas estendidas em instrumentos de sopro, manipulação em tempo real de mesa de mistura sem sinal de entrada, gravações de campo e instalações sonoras.

Pesquisador independente em psicoacústica & ambientes acústicos totais, denominado pela escola canadense de paisagens sonoras. Trabalho, porém, na escola francesa, conhecida como música concreta, que toma os sons naturais/concretos (em oposição aos sons “abstratos” imaginados e posteriormente escrito pelos compositores, para tornar-se “real” a partir dos interpretes/músicos), da natureza ou produzidos pelo homem, como fonte sonora de pesquisa e produção acústica.

Mais de 30 discos lançados em vários paises, como Brasil, Argentina, México, Chile, USA, Bélgica, Grécia, Dinamarca, Alemanha, Holanda, Suíça, Austrália, Portugal, Pais Basco, Noruega e França.

Trabalho colaborativamente com poetas, fotógrafos, artistas, performers, cineastas, biólogos, etnomusicólogos e músicos de diferentes paises do mundo.

Atualmente venho desenvolvendo um projeto que envolve radioastronomia e astrosismeografia/astrosismeologia (gravação e desenvolvimento de uma obra com sons do cosmo, fora da terra, com um interesse particular pelas explosões solares que estão em seu pico dos últimos séculos).

Ao lado dessa pesquisa, também rascunho uma outra sobre as relações, caso existam, entre arte sonora e musica experimental no Brasil.

Em termos gerais, a minha pesquisa/poética, incluindo aí as ações/oficinas, versa sobre a inexistência do tempo e de como essa idéia abstrata seria, por hipótese, uma estratégia da consciência para moldar o  mundo “real”, e esse moldar seria construído a partir do som, e em particular, a dimensão temporal seria uma dimensão espacial altamente especializada e não simétrica e desse ponto seriam herdadas e/ou transmitidas as características do som, daí o uso da psicoacústica para tentar entender a escuta a partir dessas premissas.

Prêmios

Residências Artísticas

Trabalhos, Exposições, Radio Arte, Performances

Oficinas & Palestras

Cinema / Video